Eu tenho feito muitas leituras para concluir minha dissertação e esta me chamou a atenção ,pois era um termo que eu usava e também é muito usado no meio em que eu estudo ,mas com a leitura vi que realmente não é o mais adequado ,o papel do professor ou do tutor é muito mais do que "Facilitador ".É muito comum as pessoas falarem "Com o uso das tecnologias o professor passa de transmissor para facilitador da Aprendizagem " e segundo Morin o papel do professor passa a ser ainda mais importante do que o papel do facilitador ou do transmissor, seja ele crítico ou não. O professor necessita trabalhar num contexto criativo, aberto, dinâmico, complexo. Em lugar da adoção de programas fechados, estabelecidos a priori, passa a trabalhar com estratégias, ou seja, com cenários de ação que podem modificar-se em função das informações, dos acontecimentos, dos imprevistos que sobrevenham no curso dessa ação (Morin, 1996:284-5). Isso implica trabalhar com incertezas, com complexidades. Na relação professor–aluno-;tutor-aluno ,professor-tutor o conhecimento deve estar junto com a interatividade, não como consequência da presença das tecnologias, mas como um requisito, para a construção do conhecimento.
sábado, 31 de maio de 2008
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Inclusão afetiva
"Olá professor Moran, lembra de mim? Você me deu aula no primeiro semestre de 2006. Estou escrevendo este e-mail em agradecimento, pois uma vez você me disse que eu tinha potencial e eu acreditei nisso e muito. Hoje escrevo também para lhe convidar a participar do lançamento do livro ***, no qual participo com um conto. Encaminho anexado o convite, gostaria muito que pudesse ir. Um grande abraço e mais uma vez obrigada por acreditar em mim. Roberta".
Cada vez me convenço mais de que na educação o incentivo, o apoio é mais importante que a cobrança, o controle. Quando conseguimos motivar, incentivar o aluno ele aprende sem nós, ele aprende sozinho, ele corre atrás do que precisa. Quando queremos controlar o processo obtemos alguns resultados imediatos, mas não sabemos o que acontece depois, não sabemos se os alunos continuam com o desejo de aprender ou simplesmente executam algumas atividades supervisionadas enquanto estamos por perto. Por isso, a relação de confiança, afetiva, de apoio é fundamental para obter resultados a longo prazo.
A grande inclusão que precisamos na educação não é a tecnológica – embora necessária – mas a afetiva e a de valores: Inclusão afetiva: acolher os alunos, valorizá-los, dar-lhes força, esperança, entusiasmo. Alunos motivados vão mais longe, caminham com mais autonomia. A afetividade é um componente fundamental pedagógico e contribui decisivamente para o sucesso pessoal e grupal.
Além da inclusão digital precisamos da inclusão afetiva e ética: termos educadores e gestores confiáveis, que inspirem confiança, não porque sabem tudo, mas porque procuram ajudar os alunos a caminhar por si mesmos, a aprender juntos, a acreditar nas possibilidades de cada um.
http://www.eca.usp.br/prof/moran/controladora.htm 23/05/2008
Lendo este texto do professor Moran fiquei pensando como o incentivo dos tutores e dos professores do PEAD são importantes para os professores -alunos.E nas listas de discussão que eu participo recebo e-mail com mensagens de otimismo para os colegas que estão querendo desistir.Oferecendo auxilio para realizar determinada atividade.Tenho convicção que estes professores-alunos já não são mais os mesmos professores desde o inicio do curso.E que podem estar mudando também a maneira como eles se relacionam com seus alunos,pois cada um tem seu ritmo seu tempo para realizar as atividades e precisa ser respeitado e compreendido.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Apostando nas mentes criativas
Assistindo a uma reportagem sobre o Google na televisão, achei muito importante o espaço que a empresa dá pra os funcionários desenvolverem seus projetos particulares.Cada funcionário tem um tempo para desenvolver algo do seu interesse e segundo a materia o gmail surgiu assim.E pelo jeito esta iniciativa dá resultados,visto que o Google tornou-se uma das maiores empresas em um curto espaço de tempo.Todos precisam ter objetivos,projetos em desenvolvimento mantendo-se assim em constante aprendizagem.E o que é de extrema importância é o gostar do que se faz e trabalhar de modo cooperativo para que todos cresçam e tenham seu espaço.Uma equipe por mais diferenças que tenha tem que andar junto ,pois se cada um puxa a corda para seu lado acaba arrebentando e isto não é produtivo nem para o sujeito nem para o trabalho.
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